Jesus de Nazaré, o maior líder da humanidade,
saía de aldeia em aldeia pregando o amor absoluto.
Seus apóstolos também
faziam o mesmo.
Imagine voce, naqueles tempos
toscos, sem nenhum meio de comunicação
que não fosse a palavra
verbalizada, para povos sem nenhuma condição
ou discernimento de
certo e errado...
Será que nós, em tempos
atuais, com toda essa revolução da informação
pararíamos para ouvir
sobre fé, sobre vida?
E quem de nós em sã
consciência iria atrás desses falsos pregadores?
Pois é, o movimento está errado, o paradigma precisa ser quebrado.
Precisamos
acordar!
Realmente nada acontece sem o
movimento, sem a luta pelos valores éticos,
pelos valores dignos e
humanos,
sem essa falsa moral que
confunde e estereotipa,
sem esses sepulcros caiados.
Jesus lutava contra os fariseus, que na sua frente eram um tipo de pessoa
e, por trás, outra.
“Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada”.
Mateus, 15:13.
Jesus condenou os fariseus pelo interesse deles em impressionar os outros.
Eles tinham aperfeiçoado
diversas técnicas de chamar atenção,
como usar roupas especiais
para fazê-los parecer mais religiosos;
orar e jejuar de modo muito
visível Mateus 6:1-18,
e disputar pelas
posições mais elevadas tanto na sinagoga como no mercado.
Eles insistiam em que os
outros lhes dessem títulos especiais de respeito,
quando os saudassem,
porque queriam ser notados e admirados.
Precisamos acordar, desligar a televisão e ligar o ser humano.
Não percebemos, mas estamos
sendo entorpecidos pelos narcotraficantes da falsa moral.
Necessitamos
urgentemente de movimento, de ser proativos com a vida.
Cadê a conversa em torno
da mesa com a família? Com os amigos?
Repito: não sou moralista, até
repudio quem o seja (acho todos chatos);
mas ninguém quer saber
de ninguém, ninguém está nem aí com ninguém.
Só existe o interesse em torno
de algo que beneficie,
que some, mas nada sobre o que
possa ser compartilhado.
Enquanto isso, o mal está aí propagando mais e mais seus valores.
A sua operação não pára nunca!
Sempre que paramos para ouvir o discurso de um político alimentamos as
trevas
(creia, ele não irá
mudar a sua vida).
Isso também acontece quando
nos omitimos diante de algo injusto;
praguejamos contra
alguém; pensamos mal de alguém.
Todo desejo ou movimento
negativo alimenta o mal.
Como isso entra em nossa
mente?
Através do veículo televisivo,
por meio da nossa reatividade,
deixamos nossos filhos serem
entorpecidos.
Vamos ser proativos, como foram os grandes líderes da
humanidade, como foi
Jesus de Nazaré.
Quero aqui salientar que não
estou, em hipótese alguma,
falando de pregar
religião.
Estou falando de ir até
as pessoas, de conviver mais com elas.
O que vamos fazer e dizer cabe
a cada um de nós.
Precisamos, acima de tudo,
ser ímãs e atrair
somente as coisas boas da vida.
Benfeitores do mundo,
unam-se!
Pois os
malfeitores já estão mancomunados...
Pense nisso!
Muita Paz; Nelson
Sganzerla